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[English]

Setting up an Off Shore company is the best way to minimize fees and improve the confidentiality of your company’s operations

Regarding costs, the greater the client’s equity, and the longer the investment term, the greater the cost dilution, which makes the structure more advantageous.

Other advantages in forming an Off Shore are privacy, asset protection, tax savings, and process protection, in addition to succession planning and business expansion.

Other benefits:

Taxation – In many jurisdictions, authorities will not look for companies that they treat as non-residents;

Simplicity and Reporting – Except for regulated businesses, such as banks or other financial institutions, some jurisdictions do so relatively merely to set up and maintain companies, especially concerning smaller reporting requirements than so-called onshore;

Legal Protection of Processes – in many cases, corporate governance rules require jurisdictional laws, where the corporation is charged – unless it is processed – to apply;

Fees – some jurisdictions impose higher costs for incorporations than others. They charge a high maintenance fee each year when renewing their status. This will vary from service provider to service provider and will be significantly based on the local cost of disbursements;

Anonymity – When carrying out transactions on behalf of the private company, the name of the leading partner can be kept out of the documentation since the company is a separate legal entity. Current anti-money laundering regulations often require banks and other professionals to examine the structures.

This will always be the case for any reputable bank, but it does not make the use of corporate structures ineffective but ensures that they remain legally in compliance;

Operating cost – In many cases, where the freelance consultant provides services to some jurisdictions and travels frequently, it is a matter of choice where he chooses to incorporate in addition to the fact that these companies, in offshore financial centers, are considerably cheaper and do not need to involve accountants, receptionists, IT providers, etc.

Is this structure legal?

A significant issue that needs to be clarified is the question of the legality of the structure. It is not difficult to read in the news that a politician who received a bribe had an offshore abroad. Therefore, the arrangement ends up being associated with illegality.

Many people, whose origin of the resources is not declared, opt for the structure of an offshore abroad, to make it challenging to identify the account owner.

But there is no illegality for the investor who chooses the structure, uses duly declared resources to capitalize it, and informs his quotas annually in his Income Tax return.

 


Por que abrir uma offshore?

[Português]

Constituir uma empresa Off Shore é o melhor caminho para minimizar taxas e melhorar a confidencialidade das operações da sua companhia

Em relação aos custos, quanto maior o patrimônio do cliente e maior o prazo de investimentos maior a diluição dos custos, o que torna a estrutura mais vantajosa.

Outras vantagens em formar uma Off Shore são privacidade, proteção de Ativos, economia fiscal e proteção de processos, além de planejamento sucessório e expansão de negócios.

Outros benefícios:

Tributação – em muitas jurisdições, autoridades não procurarão companhias que tratam como não residentes;

Simplicidade e Relatórios – exceto por negócios regulados, como bancos ou outras instituições financeiras, algumas jurisdições o fazem de maneira relativamente simples para configurar e manter companhias, especialmente com referência a requisitos de relatórios menores do que os chamados onshore;

Proteção Legal de Processos – em muitos casos, as regras de governança corporativa requerem leis da jurisdição, onde a corporação é carregada – a não ser onde é processada – para aplicar;

Honorários – algumas jurisdições impõe honorários elevados para incorporações que outras. Elas impõe elevada manutenção de honorários anualmente na renovação do seu estatuto. Isso irá variar de provedor de serviço para provedor de serviço e será significativamente baseado no custo local de desembolsos;

Anonimato – Ao realizar transações em nome da companhia privada, o nome do principal sócio pode ser mantido fora da documentação, uma vez que a empresa é uma entidade legal separada. Os regulamentos atuais de combate à lavagem de dinheiro, muitas vezes, exigem que os bancos e outros profissionais examinem as estruturas.

Isso sempre será o caso para qualquer banco respeitável, mas não torna ineficaz o uso de estruturas corporativas, mas garante que permaneçam legalmente em conformidade;

Custo de operação – Em muitos casos, onde o consultor autônomo provê serviços a um número de jurisdições e viaja frequentemente, é uma questão de escolha onde ele escolhe incorporar. Além do fato de essas companhias, em centros financeiros offshores, serem consideravelmente mais baratas e não precisar envolver contadores, recepcionistas, provedores de TI, etc.

Essa estrutura é legal?

Uma questão muito importante que precisa ser esclarecida é a questão da legalidade da estrutura. Não é difícil ler no noticiário que um político que recebia propina tinha uma offshore no exterior. E por isso, a estrutura acaba sendo associada à ilegalidade.

Muitas pessoas, cuja origem dos recursos não é declarada, optam pela estrutura de uma offshore no exterior, para dificultar a identificação do proprietário da conta.

Mas não há nenhuma ilegalidade para o investidor que opta pela estrutura, usa recursos devidamente declarados para capitalizá-la e informa suas cotas anualmente em sua declaração de Imposto de Renda.